O Brasil está entre os países em que mais consumidores pretendem fazer transações financeiras digitais depois da pandemia. De acordo com pesquisa realizada em 10 países pela consultoria Oliver Wyman, mais de 20% dos brasileiros pretendem efetuar pagamentos e realizar outras operações pela internet pós-pandemia. O dado aponta uma tendência já verificada desde o início da pandemia, quando mais de 40% das pessoas no Brasil fizeram transações virtuais, segundo o estudo.
Em comparação com os demais países que participaram do estudo, os brasileiros desejam realizar mais pagamentos digitais do que os chineses, espanhóis e italianos. Na China, 18% disseram que farão mais transações virtuais pós-Covid, na Espanha 17% e na Itália 11%.
A pesquisa foi realizada com cerca de 57 mil pessoas de 10 países na América do Norte (EUA e México), Europa (Alemanha, França, Itália, Espanha, Reino Unido), Ásia-Pacífico (Austrália e China) e América do Sul (Brasil). Mais de 1 mil brasileiros participaram do estudo.
Segundo última pesquisa divulgada pela NordVPN, na hora de criar senhas fortes, o brasileiro possui um desempenho de 81,2%. Porém, falha em adotar hábitos simples que o ajudariam a garantir melhor a privacidade e segurança de seus dados. Por isso, o desempenho do Brasil é de 33,4% na categoria “hábitos digitais”, em uma disputa com 192 países.
Outros dados que são preocupantes é a falta de conhecimento de ferramentas de proteção, chegando a cerca de 23,3% dos entrevistados. No último ano, o Brasil sofreu cerca de 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos ao longo de 2020, sendo que, deste montante, 5 bilhões ocorreram apenas no último trimestre do ano, segundo relatório do FortiGuard Labs, laboratório de ameaças da Fortinet.















