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quinta-feira, janeiro 21, 2021

Tá tudo dominado

O economista Marcos Arruda, do Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs),  advertir para riscos de aumento da desnacionalização da economia brasileira embutidos no acordo do Mercosul com a União Européia (UE): “O processo de internacionalização de nossos países já está em curso e vai além do acordo: 53,5% da indústria brasileira é multinacional e 404 das 500 maiores empresas argentinas são multinacionais. Mas querem avançar ainda mais”, adverte.

No ar
Apesar da crise enfrentada pelo setor e das tarifas salgados, o número de passageiros que viajaram de avião pelo país cresceu 12,8%, em setembro em relação ao mesmo mês de 2003. De janeiro a setembro, o crescimento foi de 11,5%, segundo números do Departamento de Avião Civil (DAC) divulgados pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea). Nos vôos internacionais, o aumento foi mais modesto: 7,6% em setembro e 7% entre janeiro e setembro. Antes de ligar as turbinas da comemoração, é importante lembrar que o avanço se dá sobre uma base extremamente deprimida.

Festa
O Sindhrio, sindicato que reúne os hospitais fluminenses, entrega hoje o II Prêmio Alexandre Adler de Jornalismo em Saúde. A festa que homenageia os 13 agraciados será às 19h, na Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo.

Sem início nem fim
“Com o objetivo de compreender a nova visão cosmológica do multiverso, seremos obrigados a entender que a vida é eterna como o universo. A idéia do início e fim é uma visão antropomórfica que, na sua visão simplória, visa tudo classificar, dar forma, começo e fim”. A definição é do astrônomo brasileiro Ronaldo Rogério Mourão, professor e físico do Museu de Astronomia do Rio de Janeiro. Ele será um dos conferencistas do Fórum Mundial Permanente Espírito e Ciência Realizadora, que discutirá a vida após a morte, a partir de hoje, em Brasília. O astrônomo destaca que o próprio universo é Deus e que a grande dificuldade da mente humana é aceitar as noções de infinito e de eterno. Mia informações em www.forumespiritoeciencia.org.br

Favelas
Novos bairros, “com grupamentos residenciais de até 300 unidades, dotados de infra-estrutura e equipamentos comunitários, área de lazer, pequeno comércio local e indústria artesanal não poluente”. Esta é a proposta do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro, Roberto Kauffmann, para diminuir o processo de favelização crescente nas grandes regiões metropolitanas. Kauffmann defendeu a aprovação imediata do Projeto de Lei Complementar 36/2004 (antigo PL 2710/92), que criou o Fundo Nacional de Subsídio à Habitação de Interesse Social e que está no Senado.

Vulnerável
Desgraça para os usuários e ganha-pão para os especialistas em segurança na Internet, os vírus na Internet tendem a aumentar geometricamente. Somente até o primeiro semestre deste ano, os laboratórios da BitDefender identificaram 11.650 novos vírus ou variantes, quase o dobro dos 6.430 registrados no segundo semestre de  2003 e cerca sete vezes superior aos 1.650 do primeiro semestre do ano passado.
Entre os dez principais vírus identificados nos primeiros seis meses de 2004, os analistas da BitDefender advertem para as diversas versões do Netsky e do Bagle. Segundo os especialistas, os criadores de vírus (VXers) responsáveis pelo Netsky e pelo Bagle têm trabalhado com extrema rapidez, fazendo com que a família Netsky já seja composta de 30 variantes (de A a AD) e a família Bagle, de 47 (de A a AU).

Resistentes
Além de terem aumentado em quantidade, os vírus estão mais difíceis de serem detectados. Uma das explicações possíveis está no fato de os Vxers estarem buscando formas de propagação diferentes das que usam os e-mails. Segundo BitDefender, o número de vírus transmitidos por mensagens caiu de 75%, em 2003, para 65%, este ano. Isso significa que cresce a transmissão por exploração de falhas que não dependem da intervenção do usuário para proliferar. Um dos exemplos dessa tipologia está no vírus Sasser.

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Marcos de Oliveira
Diretor de Redação do Monitor Mercantil

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