A Vale atualizou determinadas estimativas divulgadas ao mercado. A primeira contempla a inclusão de guidance indicativo sobre o potencial de contribuição de sua subsidiária Vale Base Metals Ltd. (VBM) para o Ebitda consolidado da companhia no longo prazo. Outra ação envolve a atualização da sensibilidade do fluxo de caixa da VBM para o exercício de 2026.
Com base em suas atuais premissas e expectativas de longo prazo, a Vale estima que a subsidiária VBM poderá responder por aproximadamente 30% a 35% do Ebitda consolidado da companhia a partir de 2035. “Essa estimativa considera, como premissas principais: os preços de longo prazo de cobre, níquel e ouro, com base na média das estimativas de analistas sell-side, disponíveis em fevereiro de 2026; e as projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre no longo prazo, conforme previamente divulgadas ao mercado pela Vale”, destacou em fato relevante Marcelo Feriozzi Bacci, vice-presidente executivo de finanças e relações com investidores.
A Vale estima que o Fluxo de Caixa Livre da VBM em 2026 possa situar se em uma faixa aproximada entre US$ 0,4 bilhão e US$ 1,9 bilhão, em termos reais. Essa estimativa é baseada: (i) em projeções de preços mínimos e máximos de analistas sell side para o cobre (aproximadamente US$ 11.600/t e US$ 13.200/t, respectivamente), para o níquel (aproximadamente US$ 15.000/t e US$ 18.100/t, respectivamente) e para ouro (aproximadamente US$ 4.300/tr. oz e US$ 5.500/tr. oz, respectivamente).
Segundo Bacci, todas as demais estimativas divulgadas pela companhia permanecem inalteradas no Formulário de Referência que será reapresentado com as atualizações em momento oportuno, observado o prazo previsto na Resolução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM nº 80/2022).
“Os resultados efetivos poderão diferir materialmente em função de condições de mercado, fatores macroeconômicos, desempenho operacional e outros riscos descritos nos documentos periódicos da companhia arquivados junto à CVM e à SEC.
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