Vale: Barragem Forquilha III passou por ajustes exigidos

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Logo da Vale em prédio da companhia
Vale (foto divulgação)

A Vale informou que realizou as obras de correção da anomalia identificada em um dos dispositivos de drenagem da barragem Forquilha III, localizada na mina de Fábrica, em Ouro Preto, MG. “Conforme planejamento apresentado à empresa de auditoria que assessora o Ministério Público de Minas Gerais e demais autoridades, foi reestabelecida a função de drenagem do dispositivo, eliminando a passagem de sólidos”, explicou em nota Gustavo Duarte Pimenta vice-presidente Executivo de Finanças e Relações com Investidores da Vale.

A mineradora realizou, em 11 de abril, as obras de correção. “Conforme planejamento apresentado à empresa de auditoria que assessora o Ministério Público de Minas Gerais e demais autoridades, foi reestabelecida a função de drenagem do dispositivo, eliminando a passagem de sólidos. Representantes da Agência Nacional de Mineração (ANM) inspecionaram o dreno nesta mesma data e certificaram a realização da operação”, disse a Vale.

O acúmulo de material sedimentado na saída do dispositivo de drenagem foi detectado em 15 de março de 2024. A Vale disse que, prontamente, comunicou a situação aos órgãos competentes e, em conjunto com a Agência Nacional de Mineração e com a empresa de auditoria técnica independente que acompanha a estrutura e as obras de descaracterização, desenvolveu um plano de ação e vem acompanhando a situação minuciosamente.

Todos os instrumentos instalados para monitoramento da estrutura não acusaram alteração nas suas condições. A barragem Forquilha III é parte do Programa de Descaracaterização de Barragens a Montante da Vale e que o protocolo de emergência em nível 3 para a barragem Forquilha III foi ativado em 2019, quando ocorreu a evacuação da Zona de Autossalvamento (“ZAS”), que segue sem a presença de pessoas e animais de criação. A Vale prioriza a segurança de suas barragens, operações, empregados e comunidades, com uma atuação transparente.

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A mineradora disse que continuará monitorando a estrutura permanentemente, assim como a efetividade da solução implantada, e empreendendo todos os esforços para avançar na descaracterização e redução do nível de emergência. “A barragem segue monitorada 24 horas por dia, 7 dias por semana, pelo Centro de Monitoramento Geotécnico (CMG) da empresa. Seguiremos informando as comunidades e nossos empregados sempre por meio dos nossos canais oficiais”, afirmou a Vale.

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