Varejo deve movimentar R$ 57,48 bi com vendas no Natal

CNC: crescimento deve ser de 9,8 em comparação a 2020; roupas e acessórios; brinquedos; e perfumes e cosméticos lideram preferência.

Estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que o varejo brasileiro deverá movimentar, neste Natal, R$ 57,48 bilhões. Isso representa uma alta de 9,8% no faturamento, em relação ao mesmo período do ano passado.

A retomada do crescimento do varejo brasileiro tem acontecido de maneira gradativa, conciliando a volta total do comércio físico e o crescimento exponencial do comércio online. O comércio eletrônico caiu no gosto do brasileiro, devido aos benefícios, agilidade e praticidade, mas é necessário o investimento em ferramentas de relacionamento de clientes, por parte das empresas e marcas que desejam ter melhores resultados e sucesso nesse final de ano e em 2022.

Além de compras e presentes, com a maior flexibilização da pandemia e vacinação em massa, 45% dos brasileiros querem comemorar a data presencialmente

Já o estudo “Pulso de Natal 2021”, realizado pela Hibou em parceria com a Score Group ouviu mais de 1.600 brasileiros nas principais capitais do país e apontou que em hábitos de consumo, mais da metade da população (56%) afirmou que vai gastar dinheiro com presentes de Natal. No top 3 do ranking de presentes mais procurados estão, respectivamente: roupas e acessórios (69%); brinquedos (44%); perfumes e cosméticos (38%). Os presenteados também foram mencionados no estudo, e quase há um empate entre os pais (44%) seguidos por filhos (41%), os próprios compradores (36%), Um pouco menos citados, provavelmente por menos eventos presenciais devido à pandemia, os amigos secretos (15%).

O investimento em presentes variou bastante segundo o estudo. 19% dos consumidores farão suas compras gastando entre R$ 250 e 500; 17% entre R$ 50 e R$ 150; outros 17%, entre R$ 150 e R$ 250. Os valores entre R$ 500 e R$ 1.000 foram mencionados apenas por 13% dos brasileiros; uma minoria de 7% vai gastar mais de R$ 1.000 nas compras, e já outra pequena parcela, de 6%, pretende gastar até R$ 50.

Para fazer suas compras, 51% dos brasileiros declararam que vão utilizar o salário do mês, enquanto 19% aguardam a segunda parcela do 13o salário e 14%, a primeira parcela. Inclusive, o 13o salário determina o momento em que a compra será feita para de 6% da população; já 5% admitem comprar assim que recebem o salário do mês. Entre os menos antecipados, 9% vão às compras cerca de uma semana antes do Natal e 1% deixa para a véspera da data. 2% declararam que aguardam para comprar depois, de olho nos descontos. Com mais opções de pagamento, 41% pretendem usar o parcelamento por cartão de crédito, enquanto 22% pagarão por cartão de crédito, sem parcelar. As compras à vista foram indicadas por 27% no débito; 20% em dinheiro, além da preferência de pagamento via PIX (13%), boletos (3%); transferências bancárias (1%) e carnês (1%).

Ainda segundo o estudo, 45% dos brasileiros irão até a casa de familiares para a ceia de Natal; 28% pretendem receber familiares em suas casas; e 5% irão para casa de amigos. Já 11% pretendem passar em casa sozinho; 4% também ficarão em casa, mas pretendem comemorar por videoconferência com familiares; 3% irão trabalhar, e outros vão viajar para o interior (1%) ou para a praia (1%). 8% não comemoram a ocasião.

Por fim, o estudo trouxe a expectativa dos brasileiros para 2022. 7 em cada 10 pessoas (73%) esperam que o próximo ano seja melhor que 2021. Já para 19%, a expectativa é de que seja a mesma coisa que este ano, nem melhor nem pior. E uma minoria (8%) acredita que 2022 será pior que 2021.

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