Do escândalo do dieselgate (que envolveu várias técnicas fraudulentas usadas pela Volkswagen, de 2009 a 2015) à ambição de ser líder mundial de carros elétricos, a Volkswagen anunciou um ambicioso plano nesta quarta-feira. A fabricante alemã disse que a “transformação será rápida e sem precedentes”, notícia replicada pela Euronews, uma estação televisiva de informação multilíngue e pan-europeia.
A Volkswagen informou que aumentará, igualmente, o seu investimento no setor da energia elétrica. O grupo está investindo no setor dos veículos elétricos nos EUA e na China. O custo deste plano colossal não é, por enquanto, conhecido.
O presidente-executivo do grupo, Herbert Diess, que está num momento de transição, afirma que a Volkswagen está “confiante de que após esta transição, a empresa estará ainda mais forte com participações de mercado maiores do que tem hoje”. Acrescentando que em 2021, vão “recuperar da Covid e acelerar a mudança, mais uma vez”.
O objetivo é reajustar prioridades em termos orçamentais para apostar em novas tecnologias enquanto o grupo planeja construir a maior frota de veículos elétricos da indústria automóvel. Até 2025 quer tornar-se líder global deste mercado.
A Volkswagen está também trabalhando na expansão das infraestruturas de carregamento de baterias, visto ainda como um grande obstáculo à utilização em massa de carros elétricos.
O segundo maior fabricante mundial de automóveis quer ter 18.000 pontos de carregamento rápido pela Europa até 2025 e ter seis fábricas de células de bateria a funcionar, também no velho continente, até 2030. Infraestruturas que construirá sozinho ou com parceiros.
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