Volume de financiamento da dívida da China ultrapassa US$ 1,56 trilhão

Contas de redução da pobreza: desenvolver indústria e infraestrutura em áreas atingidas.

A escala do mercado de instrumentos de financiamento da dívida da China ultrapassou 11 trilhões de iuanes (US$ 1,56 trilhão), de acordo com a Associação Nacional de Investidores Institucionais do Mercado Financeiro (NAFMII, em inglês).

No primeiro semestre de 2019, o montante de instrumentos de financiamento da dívida emitidos por empresas não financeiras atingiu 3,2 trilhões de iuaens (US$ 450 bilhões), aumentando cerca de 30% em relação a um ano atrás, informou a agência Xinhua.

Para melhorar e completar continuamente o sistema de contas de alívio da pobreza, a China emitiu cinco contas do tipo no valor de 7,25 bilhões de iuanes no primeiro semestre de 2019. Ao todo, 30 contas no valor de 34,5 bilhões de iuanes haviam sido emitidas até junho.

As contas de redução da pobreza são usadas principalmente para o desenvolvimento industrial e a construção de infraestrutura nas áreas atingidas pela miséria.

Em junho, 61 empresas registraram instrumentos de financiamento da dívida verde no valor de 131,49 bilhões de iuanes, enquanto instrumentos totalizando 62,62 bilhões de iuanes haviam sido emitidos, informou a NAFMII.

 

BC

 

O banco central da China retirou 250 bilhões de iuanes (US$ 35,36 bilhões) do sistema financeiro nesta terça-feira. O Banco Popular da China não conduziu nenhuma operação de recompra reversa, um processo de injeção de liquidez em que o banco central compra valores dos bancos comerciais por licitação, com um acordo para vendê-los de volta no futuro.

Em paralelo, 250 bilhões de iuanes em acordos de recompra reversa venceram no mesmo dia, resultando em uma retirada de liquidez líquida de 250 bilhões de iuanes. A China prometeu manter, em 2019, sua política monetária prudente “nem muito rigorosa nem muito frouxa” e uma liquidez no mercado em um nível razoavelmente amplo.

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