XP amplia crescimento do PIB para este ano

Elevou a projeção de 0,8% para 1,6%

A XP Investimentos elevou sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2022, de 0,8% para 1,6%. “Continuamos a prever contração da atividade doméstica no segundo semestre deste ano. As condições monetárias mais restritivas devem impactar a demanda de forma mais expressiva a partir de meados deste ano, principalmente os investimentos privados e o consumo de bens duráveis”, disse em relatório Rodolfo Margato.

Ele prevê o endividamento das famílias em trajetória de alta, a menor massa de renda disponível aos consumidores (considerando as medidas de antecipação para o 2º trimestre) e o crescimento mais lento da economia global são outros “ventos contrários” relevantes para o PIB do Brasil nos próximos trimestres. Além disso, os benefícios da reabertura econômica – especialmente sobre as atividades de serviços – devem se dissipar gradualmente.

Em relação ao PIB de 2023, a XP conserva a expectativa de aumento modesto (0,5%). Para além da política monetária amplamente contracionista – juros altos por mais tempo – e do enfraquecimento da demanda externa, o efeito de carrego estatístico para o crescimento do PIB no próximo ano deverá ser negativo (ao redor de -0,5% segundo estimativas atuais da instituição).

“Assumimos duas hipóteses cruciais em relação às perspectivas para 2023: (I) dissipação de grande parte dos choques causados pela pandemia e pela guerra na Ucrânia e (II) manutenção do arcabouço fiscal atual que visa à sustentabilidade da dívida pública no longo prazo. Dito isso, o balanço de riscos para o desempenho do PIB em 2023 é assimétrico para baixo”, diz o economista.

Leia também:

Serviços destacaram-se no desempenho positivo do PIB

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